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Caracteristica do metal nobre chamado, Ouro!

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Ouro!

 

Metal precioso utilizado como dinheiro na forma de moedas, barras e jóias.

Introdução:

 

O Ouro é um metal amarelo brilhante, dúctil, maleável, condutor de eletricidade e de calor, resistente a corrosão e é o mais inerte de todos os metais. É um metal de transição e pertence ao grupo 11 da tabela periódica. Note-se também que o ouro é um dos poucos metais que ocorre na natureza em estado nativo. Pela sua resistência aos agentes atmosféricos e pela dificuldade de ser encontrado, foi eleito como padrão de riqueza desde os tempos mais remotos.

O Ouro provavelmente foi encontrado, pelo homem pré-histórico, no solo e usado como ferramenta.

Objetos de arte e joalheria, altamente sofisticados, foram descobertos por arqueólogos em túmulos reais em UR, atualmente é o sul do Iraque. Datam de aproximadamente 3000 anos a.C.. De forma semelhante, os ourives da civilização Inca, no Peru, fizeram ornamentos martelando e gravando em relevo com ouro em 1200 anos a.C..

Os alquimistas tinham como meta realizar a transmutação de outros elementos em ouro, chamado de "a pedra filosofal". Tentativas frustradas do feito se estenderam por séculos.

TABELA PERIÓDICA

Nome do elemento: OURO

Símbolo Químico: Au

Número Atômico: 79

Peso (Massa) Atômico: 196,96655

Grupo da Tabela: 11 (pertence ao grupo 1B do sistema periódico de elementos, juntamente com a prata (Ag) e o cobre (Cu)

Configuração Eletrônica: [Xe].4f14.5d10.6s1

Classificação: Metal de Transição

Estado Físico: Sólido ( T = 298 K)

Densidade (Massa) Sólida: 19,300 g/cm3

Ponto de Fusão: 1063ºC

Ponto de Ebulição: 2.966ºC

Raio Atômico: 1, 46 Angstron

Origem do nome: A origem do símbolo Au vem do latim "aurum" que quer dizer ouro.

Onde encontrar: O ouro ocorre naturalmente em seu estado elementar, em chamados veios ou filões de ouro dentro de rochas ou soltos no formato metálico em pó ou em pepitas. A África do Sul, domina a produção mundial de ouro; em seguida temos: Rússia, Canadá, Estados Unidos, Austrália, Canadá, China e Brasil.

Utilização:

- Laser industrial e laser médico - Blindagem de proteção (energia solar) das naves e satélites - Dinheiro, na forma de moedas, barras ou jóias (Joalheria)     - Em submarinos nucleares - Componentes eletrônicos para telefones e computadores - Na medicina, no tratamento de artrite - Em sistemas de segurança doméstica.

Raio Iônico: 1,37 (monovalente) e 0,85 (trivalente) Angstron

Potencial padrão de redução: 1,68 (monovalente)_ volt

Calor de fusão: 3,03 k cal/at.g e de vaporização 74,2 k cal/at.g

Condutividade Térmica: 0,758 cal.cm/seg. ºC. cm ²

Resistividade Elétrica: 2,35 micron-ohm.cm

Valências: zero, um e três, respectivamente

Pureza/Quilates

999,9

916,66

24 K - puro

22 K (algumas moedas e jóias para investimentos)

750,18

18 K (mais usado em jóias da Europa e do Brasil)

583,3

14 K (maioria das jóias da América do Norte)

375

9 (maioria das jóias do Reino Unido)

333,3

8 (teor mais baixo aceitável em joalheira)

Cor Elementos

Ouro amarelo

Ouro vermelho

Ouro, cobre, prata

Ouro, cobre

Ouro verde

Ouro, cobre, prata, zinco

Ouro branco

Ouro, cobre, zinco, níquel

416

10 K

Maiores Países Produtores Mundiais de Ouro

Produção mundial de ouro

 

A produção de ouro no mundo existe desde tempos remotos, sempre em pequenas quantidades, as quais não ultrapassavam 10 t/ano. A partir do século XVIII, a produção começou a crescer coincidindo com a descoberta do metal no Brasil e na Rússia. Porém, apenas após a sua descoberta nos EUA e África do Sul, a produção evoluiu gradualmente, atingindo cerca de 650 t/ano, em 1900.

No período que se estende de 1900 a 1970, a África do Sul e em menor grau a URSS, exerceram o domínio sobre a produção do ouro, chegando juntas a responder por mais de 80% da produção mundial.

Toneladas

Da década de 70 em diante, com a redução da participação das minas da África do Sul e o desenvolvimento de novas tecnologias de produção e de prospecção, surgiu uma tendência de dispersão geográfica, com o crescimento da produção em países como EUA, Canadá, Austrália, China e Brasil, entre outros.

A África do Sul, que desde o início deste século apresenta-se como o maior produtor mundial de ouro, vem apresentando tendência declinante em sua produção desde a década de 70, quando era responsável por mais de 60% do ouro produzido mundialmente. Em 1994 respondeu por 25,4% do total mundial, sendo que 2 dados preliminares relativos a 1995, indicam uma produção entre 525 t e 540 t representando, segundo analistas internacionais, seu pior desempenho desde 1957.

 

Os EUA apresentaram grande crescimento da produção no final da década de 80 e atingiram a condição de segundo maior produtor mundial, graças à realização de grandes investimentos em prospecção e abertura de minas, o que deverá garantir sua produção em níveis próximos aos atuais, até o ano 2000.

Austrália e Canadá também apresentaram grande evolução, no mesmo período.

 

O Brasil, atualmente o sétimo maior produtor mundial de ouro, apresentou grande evolução na década de 80, tendo sua produção atingido 113 t em 1988. Seu desempenho, diferentemente dos demais países, baseou-se nos garimpos, que responderam por até 90% da produção na década de 80 e início de 1990.

O crescimento da produção industrial somente se efetivou no fim dos anos 80, quando a produção garimpeira iniciou o seu declínio. Assim, até o final desta década, espera-se alguma estabilidade da produção na faixa de 70 t/ano, com preponderância cada vez maior da produção industrial sobre a garimpeira.

 

Segundo a Gold Fields Mineral Services, os quinze maiores grupos mundiais em mineração de ouro, nos anos de 1992 e 1993, concentravam-se na África do Sul, Canadá, EUA e Inglaterra, sendo responsáveis por cerca de 43% da produção mundial.

Origem

Produção 1992

Produção 1993

Anglo American

Gold Fields

Gencor

Homestake

Placer Dome

JCI

África do Sul

África do Sul

África do Sul

EUA

Canadá

África do Sul

275

123

75

57

61

51

283

122

70

57

57

54

Newmont

EUA

49

53

Maiores Grupos Produtores Mundiais de Ouro — Toneladas

Origem

Produção 1992

Produção 1993

American Barrick

Rio Tinto Zinc

Anglovaal

Rand Mines

Lac Minerals

Echo Bay

Canadá

Inglaterra

África do Sul

África do Sul

Canadá

Canadá

41

39

40

44

34

24

51

43

42

42

34

 27

Western Mining

Austrália

26

25

Newcrest

Austrália

24

23

Total

_

973

983

Reservas Minerais de Ouro

 

As reservas minerais de ouro, a nível mundial, são estimadas em 42 mil t de metal contido, considerando-se as reservas medidas e indicadas. As reservas da China, que é o sexto maior produtor mundial, não estão computadas devido a não divulgação de dados.

Reserva Mundiais de Ouro

As reservas brasileiras correspondem a 1,9% do total mundial e atingem 800 t. Considerando-se as reservas inferidas de cerca de 400 t de ouro, o Brasil eleva o seu potencial para 1.200 t, sendo que as regiões Norte e Centro-Oeste concentram 70% das reservas, estando o restante dividido entre a região Sudeste e o Nordeste. Estima-se que apenas a Companhia Vale do Rio Doce detenha reservas superiores a 300 t.

As reservas mundiais já detectadas, garantem o nível atual de produção das minas por somente cerca de 20 anos. Deste modo, as grandes empresas produtoras de ouro, que desaceleraram seus investimentos desde o início da década de 90, vêm atualmente retornando as inversões em prospecção e implantando novos projetos para garantir suas reservas e substituir as minas em fase de esgotamento.

Preços e Custos do Ouro no Mercado Mundial

 

O ouro apresentou uma trajetória de relativa estabilidade de preços nas décadas de 80 e 90. O preço atual, na faixa de US$ 386/onça, é praticamente o mesmo do final de 1994. A maior cotação ocorreu em 1980, quando o preço médio atingiu US$ 1.103/onça.

Verifica-se a partir dos anos 90, uma tendência à estabilização dos preços do ouro, em valor próximo a US$ 400/onça, tendência que deverá manter-se nos próximos anos.

 

A perspectiva de estabilidade dos preços do ouro, embora em níveis relativamente baixos se comparados aos preços vigentes na década de 80, permite às empresas definirem seus investimentos futuros dentro de um maior grau de confiabilidade.

 

Segundo pesquisas da empresa de consultoria especializada “Gold Fields Mineral Services Ltd.”, os custos de produção de ouro nos países ocidentais apresentaram aumento médio de cerca de 3,2% em 1994 , situando-se o custo cash na média em US$ 241/onça e o custo total em US$ 293/onça.

 

Observe-se que os custos totais são os custos cash acrescidos do custo de depreciação, exaustão das reservas e despesas financeiras.

 

O custo total médio de produção do Brasil de US$266/onça é bastante competitivo, devido à ocorrência de minas superficiais e de maiores teores. Dentre os paises acima selecionados, apenas o custo de Papua Nova Guiné, de US$250/onça, apresenta-se inferior ao brasileiro.

A África do Sul, cujo custo era o menor do mundo na década de 80, apresenta atualmente um dos mais elevados custos de produção a nível mundial, tendo atingido cerca de US$ 318/onça, em 1994, situando-se aproximadamente 8,5% acima da média ocidental. Este fato é devido principalmente à baixa produtividade das minas, com a ocorrência de vários conflitos trabalhistas, teores de minério em declínio e também necessidade de lavras cada vez mais profundas face à exaustão dos depósitos mais superficiais.

Note-se que o aumento do custo médio mundial verificado em 1994 foi devidamente compensado pelo aumento médio de 6,8% no preço do ouro no período, o qual evoluiu de US$369/onça em 1993 para US$384/onça em 1994.

 

Mercado Global do Ouro

 

Analisando-se os dados relativos a oferta e demanda de ouro no mercado mundial, no período de 1990 a 1994, verifica-se que o mercado global do produto tem se mantido em níveis acima de 3.000 t anuais, apresentando tendência de crescimento moderado, da ordem de 1,8% a.a., no período considerado. Porém, ressalte-se a redução na demanda em 1994 de 6,9%, em relação a 1993.

Do lado da oferta, a produção das minas se apresenta crescente a uma taxa de 2% a.a. no período 1990/94 e representa, em média, 67% da oferta total de ouro.

 

É importante salientar que, embora a produção no período considerado apresente crescimento, a pequena redução ocorrida em 1994 relativamente a 1993, pode representar o início de uma tendência declinante da produção mundial. Tal fato é decorrente principalmente da redução significativa e progressiva da produção da África do Sul, maior produtor mundial de ouro. A produção estimada no primeiro semestre de 1995 apresentou declínio de mais de 11% comparativamente ao ano de 1994.

 

A recuperação de resíduos de ouro tem se apresentado crescente, refletindo uma tendência a maior reciclagem de jóias antigas em alguns mercados, principalmente no Oriente. Depois da produção primária, tais resíduos representam o mais importante item de oferta do metal, correspondendo em média a cerca de 16% da oferta total.

 

Merece destaque em relação à oferta de ouro, a acentuada redução das vendas do setor oficial, que após o pico de 1992 quando atingiu 604 t, reduziu-se para apenas 86 t em 1994.

 

Em relação à demanda de ouro, é importante salientar, a reversão de investimento em 1993 para desinvestimento em 1994, observado principalmente nos mercados privados de ouro na Europa e América do Norte. Os fundos de investimento dos EUA liquidaram grandes posições para aplicação em metais-base e commodities e também no mercado financeiro, devido à elevação das taxas de juros norte-americanos e a não confirmação do aumento esperado no preço do ouro.

 

Demanda Industrial

 

A utilização industrial do ouro representou 91,4% da sua demanda global em 1994, sendo que a fabricação de jóias é o segmento de maior participação, com 83% da demanda industrial.

 

O setor eletrônico é o segundo maior demandante industrial, com 6,3% do total, vindo a seguir odontologia, venda de moedas, medalhas e outros usos.

A indústria de jóias é a grande demandante no mercado mundial de ouro, sendo responsável por cerca de 73% da demanda total deste metal. Em 1994, este segmento consumiu 2.575 t de ouro. A joalheria tem apresentado uma tendência de crescimento que, no período 1990/94, atingiu 17%, índice bastante superior ao crescimento da demanda global, da ordem de 7,5% no mesmo período.

 

A Itália é o maior produtor mundial de jóias de ouro, sendo responsável por cerca de 17% da produção mundial, embora não tenha produção primária do metal. Cerca de 50% de sua produção de jóias destina-se à exportação, principalmente para o mercado americano. A Índia é o segundo maior produtor de jóias de ouro, sendo sua produção destinada basicamente ao mercado interno. Outros países que se destacam na produção de jóias são a China, Arábia Saudita, EUA, Turquia e Formosa.

Maiores Produtores de jóias de Ouro—1994

Na América Latina, onde a produção de ouro apresentou crescimento de 6% em 1994 atingindo cerca de 196 t, a indústria de jóias ainda é pouco representativa. Brasil e México possuem as maiores indústrias de jóias, com produções em 1994 de respectivamente 12,1 e 16,0 t, voltadas para atender suas respectivas demandas internas. Outros países da América Latina com produções de jóias consideráveis são o Peru, Bolívia e República Dominicana, que exportam para o mercado norte-americano, onde possuem acordo de isenção tarifária.

O consumo mundial de jóias de ouro é pouco pulverizado, verificando-se que os oito maiores consumidores responderam por cerca de 60% do total mundial em 1993, última estatística disponível.

Consumo estimado de ouro em jóias

Das outras atividades industriais que consomem ouro, a mais importante é a indústria eletrônica, cuja demanda por ouro tem apresentado tendência estável na última década. Em 1994 correspondeu a 191,6 t de ouro.

Os principais produtos são os fios de ligação para conexões internas em circuitos integrados de semicondutores, e os sais utilizados na eletrogalvanização de contatos. O Japão continua em posição de liderança na utilização de ouro na indústria eletrônica, conforme dados de 1994 apresentados a seguir:

Principais consumidores de ouro em eletrônica

Note-se que apesar do crescimento da utilização do ouro nos segmentos de jóias e eletrônico, a demanda de ouro para outras atividades industriais apresentou declínio de 305 t em 1993 para 266 t em 1994.

 

Perspectivas para a Produção Mundial de Ouro

 

A manutenção da produção de ouro é função dos investimentos em prospecção e implantação de novas minas, as quais demandam um longo prazo de maturação.

Os principais projetos em construção e em análise para implantação de minas de ouro estão mais concentrados na CEI, EUA e África do Sul e deverão acrescentar 218 t de ouro à capacidade da produção mundial, até o ano 2000, compensando as reduções de produção de minas em exaustão.

 

Estes projetos em construção e em análise necessitam de elevados investimentos na implantação das minas, os quais atingem em média cerca de US$ 26,6 milhões/t.a. de ouro produzido.

No Brasil existem diversos projetos de menor porte, principalmente da CVRD, mas que em conjunto devem acrescentar mais de 15 t/a à produção brasileira de ouro, até o ano 2.000.

Além destes, inúmeros outros projetos de menor porte são desenvolvidos atualmente em diversos países, o que faz gerar uma expectativa de crescimento da produção mundial até o ano 2000, embora as produções das minas atuais, principalmente da África do Sul, apresentem tendências de declínio acentuado.

 

A taxa de crescimento prevista para a produção mundial de ouro é de 1,4% a.a. até o ano 2000, quando a produção deverá atingir cerca de 2.500 t.

 

Apesar do crescimento previsto para a produção industrial de ouro no Brasil, estima-se decréscimo na produção global, devido à redução da atividade garimpeira.

 

As produções da África do Sul e EUA tendem a se reduzir, devido à exaustão de suas minas atuais, embora estes países continuem a realizar investimentos na mineração.

 

Estima-se que com a redução da produção na África do Sul, a manutenção do preço do ouro em patamares adequados e a disseminação de tecnologias de prospecção e mineração, a produção mundial de ouro apresente-se cada vez mais distribuída em termos regionais.

A produção da África do Sul no ano 2000 não deverá chegar a 20% do total mundial, já tendo se situado em valores da ordem de 60% na década de 70.

 

Contribui também para a diversificação da produção mundial a tendência das grandes empresas mineradoras de atuarem em qualquer país que apresente condições geológicas, políticas e econômicas favoráveis.

 

Mercado Brasileiro do Ouro

 

A produção primária de ouro no Brasil apresentou grande crescimento a partir de 1978, quando foram produzidas 22 t, atingindo seu ponto máximo em 1988 quando, segundo estimativas, a produção atingiu 113 t. A partir de 1989 a produção vem apresentando quedas, estando atualmente na faixa de 73 t/ano.

 

Até 1988 os garimpos localizados principalmente nos estados do Pará e Mato Grosso, foram os grandes responsáveis pela produção brasileira de ouro respondendo por 87% do total de 679 t produzidas no período de 1978 a 1988. A partir de 1989, com a exaustão dos depósitos superficiais, o preço interno do ouro e as crescentes pressões ambientais, a produção garimpeira começou a apresentar-se declinante, atingindo cerca de 33 t/ano em 1994. Espera-se que até o ano 2000 os garimpos sejam responsáveis por valores em torno de 15 t/ano de ouro contido.

 

A produção do setor formal de mineração, que em 1988 foi de 23 t correspondente a cerca de 20% da produção total de 113 t, vem aumentando, tendo atingido 39,57 t em 1994, o que representa 53,9% do total de 73,42 t produzidas naquele ano. As minas localizam-se predominantemente nos estados de Minas Gerais, Pará e Bahia.

Ano

78

79

G

18

E

4

T

22

32

3

35

Produção de Ouro no Brasil

G - Garimpo E - Empresa T - Toneladas/Total

80

36

4

40

81

38

4

42

82

41

5

46

83

64

6

70

84

55

7

62

85

65

8

73

86

75

9

84

87

78

14

92

88

90

23

113

89

88

22

102

90

55

30

85

91

42

34

76

92

37

39

76

93

37

38

75

94

34

39

73

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Depois da segunda guerra mundial, os detectores utilizados na procura de minas explosivas foram encostados pelo governo militar. Os caçadores de tesouros aproveitaram desta tecnologia e começou então a encontrar ouro, relíquias e guardados. Daí então, começa o melhoramento da tecnologia do detector de metal para fins particulares, como por exemplo os caçadores de tesouros. Hoje em dia o detector de metal é bem empregado no ramo de minério, arqueologia etc. O detector de metal não danifica a natureza, pois não utiliza produtos químicos para apurar o ouro de pepita ou tesouro.

Se você possui uma terra e suspeita ter nela ouro, então eu recomendo para sua pesquisa o detector de metal apropriado para tal fim.